Monthly Archives - outubro 2019

Mais quatro remédios para psoríase estarão disponíveis no SUS

Coceira e placas avermelhadas na pele podem ser contidas com esses novos medicamentos. (Ilustração: Rodrigo Damati/SAÚDE é Vital)

Esses medicamentos modernos serão usados para controlar os casos mais avançados da doença de pele. Veja como vai ficar o tratamento

psoríase, que atinge cerca de 2% da população mundial e geralmente causa placas avermelhadas na pele e descamação, agora poderá ser tratada no Sistema Único de Saúde (SUS) com quatro remédios modernos. Eles serão reservados para os casos mais graves.

Essas novas opções pertencem à classe dos medicamentos biológicos. São fármacos feitos a partir de organismos vivos e que, no caso, miram moléculas inflamatórias que disparam as crises da enfermidade.

“Sem dúvida, essa nova diretriz possibilitará que o manejo da psoríase seja realizado da forma mais eficaz possível, alcançando um maior número de pacientes”, afirmou o dermatologista Ricardo Romiti, responsável pelo Ambulatório de Psoríase do Hospital das Clínicas, em São Paulo, em comunicado da farmacêutica Janssen.

Hora de conhecer brevemente os remédios:

  1. O adalimumabe, da Abbvie, bloqueia um conjunto de moléculas inflamatórias chamadas de TNF. Ele entra em cena após as terapias padrão (falaremos mais sobre elas abaixo) terem falhado. Ou quando o paciente não tolera ou possui contraindicação para esses tratamentos.
  2. O secuquinumabe, da Novartis, age contra a interleucina 17, outra partícula que incendeia o organismo. É uma alternativa para quando o adalimumabe não é tolerado ou deixa de agir a contento.
  3. O ustequinumabe, da Janssen, neutraliza as interleucinas 12 e 23. A indicação é a mesma do secuquinumabe.
  4. O etanercepte, da Wyeth, também mira o TNF. No SUS, ele é voltado especificamente para crianças que não responderam bem ao tratamento convencional.
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Quem deve tomar a vacina contra o sarampo na campanha nacional de 2019?

Crianças de 6 meses a menores de 5 anos devem tomar a vacina. (Foto: Solidcolours/SAÚDE é Vital)

A campanha nacional de vacinação contra o sarampo começa no dia 7 de outubro, mas terá duas fases. Saiba quem é o público-alvo nesse ano

Começou a campanha nacional de vacinação contra o sarampo de 2019. A vacina trivalente, que ainda protege contra caxumba e rubéola, estará disponível nos postos de saúde de todo o Brasil, com foco em dois grupos: crianças de 6 meses a menores de 5 anos e adultos de 20 a 29 anos.

Como há dois públicos-alvo, a campanha será dividida. De 7 a 25 de outubro, os pais devem levar as crianças dentro daquela faixa etária para receber a vacina. Haverá um Dia D no 19 de outubro, um sábado.

O Ministério da Saúde pretende imunizar 2,6 milhões de pequenos. Eles estão entre os grupos mais suscetíveis às complicações do vírus.

Após um intervalo, o dia 18 de novembro marca o início da vacinação contra o sarampo entre brasileiros de 20 a 29 anos. Espera-se proteger 13,6 milhões de adultos.

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